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10 fatos impressionantes sobre sexo na Idade Média

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Frases Picantes
Escrito por Frases Picantes

Sob a pesada influência da Igreja, tais atos durante a Idade Média foram policiados ao extremo. Apesar desse estado de opressão, as pessoas claramente ainda gostavam, afinal esta é uma dádiva da natureza que jamais poderá ser proibida no mundo.

Mas algumas coisas eram totalmente bizarras e nesta matéria você verá 10 fatos intrigantes sobre que lhe mostrarão o quão longe as coisas poderiam ir naquela época:

10 – A prostituição foi considerada um mal necessário

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A prostituição era abundante durante toda a Idade Média, e mesmo o clero não estando feliz com isso, eles fizeram pouco esforço para detê-la. Os clérigos perceberam que muitos homens “precisavam” dessa saída e que a falta de prostituição poderia fazer mais mal do que bem. Eles temiam que, de outra forma, os homens corrompessem mulheres respeitáveis ou “voltassem para a homossexualidade” – o que era considerado um pecado para a igreja.

Apesar de serem toleradas, havia ordenanças que refletiam a posição humilde das prostitutas na sociedade. Elas eram obrigadas a usar certos tipos de roupas para que pudessem ser distinguidas das senhoras, tinham que morar em certas áreas das cidades e não tinham defesa legal em um tribunal. Os bordéis costumavam disfarçar-se de pequenos banheiros ou lojas de artesanato, como bordados, onde as mulheres podiam servir como “aprendizes”.

9 – A impotência era motivo para anular o casamento

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Muitos países europeus durante a Idade Média tinham leis que consideravam a consumação como parte integrante da cerimônia de casamento. Portanto, se alguém não pudesse ou não quisesse procriar, seu parceiro poderia pedir uma anulação. A incapacidade de executar o dever conjugal poderia resultar em um julgamento onde o homem tinha que provar que ele era fisicamente capaz de ter relações.

Existem dezenas de casos relatados de testes de impotência em tempos medievais. Um dos mais famosos ocorreu em 1198, entre o rei Filipe II da França e sua segunda esposa, Ingeborg, filha do rei dinamarquês Valdemar I. Por alguma razão, Philip odiava Ingeborg e não queria tê-la como rainha da França. Em uma estranha reviravolta, o homem era na verdade o único que argumentava que o casamento não tinha sido consumado, suplicando “impotência temporária”.

8 – Contraceptivos

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Desde os tempos antigos, os seres humanos desenvolveram inúmeras técnicas para evitar a concepção. No entanto, até recentemente, os historiadores acreditavam que o uso de contraceptivos caiu drasticamente durante a Idade Média. Para começar, a Igreja Católica franziu o cenho sobre eles, pois eles viram a procriação como um dom de Deus e a razão do casamento. Além disso, os estudiosos acreditavam que as mulheres não estariam interessadas em limitar a gravidez, devido às altas taxas de mortalidade infantil.

No entanto, estudos demográficos mostram que as taxas de gravidez diminuíram significativamente em mulheres acima de 30 anos, sugerindo que elas empregaram vários métodos contraceptivos. Mesmo assim, registros escritos dessas práticas são muito escassos, devido provavelmente à influência da Igreja e à firme oposição à contracepção.

Historiadores acreditavam que isso criou uma “cultura oral de contracepção”, onde os “truques do comércio” foram passados de parteira para parteira. O coito interrompido foi um método comum de controle de natalidade, assim como os contraceptivos de base vegetal.

7 – Acusações bizarras de “relações com o diabo”

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O final da Idade Média caracterizou-se, entre outras coisas, pela prolífica caça às bruxas, que viu dezenas de milhares de pessoas (principalmente mulheres) serem perseguidas por feitiçaria. Inúmeras práticas “suspeitas” poderiam fazer com que você se declarasse bruxa e,  às vezes, isso incluía o parto.

As coisas pioraram depois que o Papa Inocêncio VIII emitiu uma nota em 1484, reconhecendo a existência de bruxas e aprovando sua acusação. Em resposta, o inquisidor Heinrich Kramer escreveu o Malleus Maleficarum, ainda considerado o tratado mais importante sobre feitiçaria. Kramer afirmou que ninguém prejudicou a Fé Católica mais do que parteiras. Ele acusou parteiras de enganar as mulheres jovens terem relações com o Diabo e, em seguida, usando bebês não batizados para a feitiçaria.

Apesar da influência do Malleus Maleficarum, muitos historiadores agora argumentam que as parteiras raramente eram acusadas de feitiçaria. Embora sejam mencionadas em outros textos de “parteiras-como-bruxas” isso é considerado como um mito moderno trazido por trabalhos de historiadores anteriores como Margaret Murray.

6 – Os clérigos poderiam casar-se às vezes

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A história dos casamentos clericais durante a Idade Média é longa e complicada, com as mudanças numerosas que ocorreram através dos séculos. No início da era, o imperador bizantino Justiniano o Grande anulou todos os casamentos de membros da Ordem Sagrada e declarou todos os seus filhos ilegítimos.

A lei do celibato permaneceu em vigor por centenas de anos, mas nem sempre foi aplicada com particular fervor. Houve também uma distinção feita entre clérigos que foram autorizados a casar e homens casados que foram autorizados a ser parte do clero. O último era mais comum, embora somente se fosse seu primeiro casamento. Os homens deveriam geralmente mostrar uma continência ao juntarem-se ao clero.

Depois do Grande Cisma de 1054, ambas as igrejas se tornaram mais rigorosas, e o celibato foi reforçado novamente. Os casamentos clericais foram proibidos no primeiro conselho do Latran em 1123. Estes casamentos tornaram-se comuns outra vez durante a reforma protestante, porque Martinho Lutero mesmo casou-se com Katharina von Bora.

5 – Lesbianismo foi considerado um problema médico

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Enquanto a homossexualidade era um “tópico quente” durante a Idade Média, a atenção era geralmente focada em homens. Há pouca menção sobre a homossexualidade feminina. Uma das poucas leis medievais que falam especificamente sobre o lesbianismo vem de um tratado francês Li Livres de jostice et de plet de meados do século XIII, em que a sodomia feminina recebia uma punição semelhante à sua contraparte masculina: mutilação para as duas primeiras ofensas e queima para a terceira.

O lesbianismo era considerado  um problema médico causado por uma de duas doenças: A primeira ideia veio do médico grego Galen, que afirmou que a falta de relações causaria um acúmulo de sementes no ventre das mulheres. O tratamento envolveu um orgasmo, geralmente provocado por uma parteira com uma cataplasma quente. A outra condição era chamada de “ragadia do útero”. Acreditava-se que as mulheres pudessem desenvolver protuberâncias semelhantes a um pênis fora de suas vaginas, o que as faria querer ter relações com outras mulheres.

4 – Havia romance (não apenas na união)

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Historicamente, o casamento tem sido considerado como uma prática utilitária, não um feito por amor. No entanto, a Alta Idade Média deu origem a um novo conceito literário que retratava o romance como nunca antes retratado.

O conceito era conhecido como “amor cortês”, embora este termo tenha sido popularizado na França do século XIX, enquanto o termo contemporâneo foi “fin amour”. Ele surgiu da poesia de trovadores do século 11 das regiões francesas da Aquitânia e Champagne. Essas obras exaltavam as virtudes do romance entre um cavaleiro e uma dama.

Havia várias características comuns ao caso: era secreto, aristocrático e extraconjugal. A mulher era quase sempre casada, ea ilicitude de seu relacionamento só aumentava seu amor.

O amor cortês enfatizava traços como cavalheirismo e nobreza, traços que ainda atribuímos aos cavaleiros medievais até hoje. No entanto, não temos nenhuma evidência de que tais práticas existiram existiu no mundo real.

3 – Cross dressing (ato de vestir-se com itens do sexo oposto)

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O cross-dressing não tem sido considerado como uma prática aceita até recentemente, e ainda é desaprovada em muitas partes do mundo. Não surpreendentemente, foi um tabu na Inglaterra medieval, mas isso não significa que não aconteceu. Um estudo de Oxford apresentou os casos de 13 mulheres que foram requisitadas para cross-dressing na Inglaterra durante o século 15. Os registros mostram que cross-dressing masculino era o predominante.

A maioria das praticantes tendia a ser prostitutas que se dedicavam a esta prática para o desejo do parceiro. As autoridades da época foram muito longe para minimizar a presença de tais atos, alegando que eles eram vícios de outras culturas perpetradas por estrangeiros.

2 – ‘Missionário’ era a posição preferida

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A Igreja considerava as relações como um meio apenas para a procriação. Foi assim que a posição ‘missionário’ se tornou padrão: Homem em cima e face-a-face com a parceira, o que foi pensado para dar as maiores chances à gravidez. A igreja temia que qualquer outra posição pudesse confundir a ordem natural.

Algumas posições foram consideradas “bestiais” e foram classificadas como um desfoque das linhas entre o homem e animal. O sexo oral e anal foram estritamente proibidos pelas autoridades da Igreja durante a Idade Média. Uma vez que não havia nenhuma chance de procriação, estes teriam sido puramente para o prazer, que foi visto como um pecado lascivo.

1 – Havia castigos para cada pecado

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Quando se tratava de punições, a Igreja queria ter certeza de que as coisas estavam certas. É por isso que a Idade Média investiu muito em livros que detalham as regras de penitência para cada pecado. Tudo começou pela documentação de sacerdotes em confessionários e isso gerou as normas e proibições da igreja.

Sem surpresa, houve bastantes pecados envolvendo relações.  Homens fornicando com homens ou com animais tiveram de penitência por 10 anos. Mulheres fornicando com mulheres tiveram de fazer penitência por 3 anos. A masturbação significava que os homens tinham que se abster de comer por quatro dias, enquanto as mulheres tiveram que se arrepender por um ano inteiro. Isso só se aplica a virgens ou viúvas, e mulheres casadas ganhavam mais penitência, é claro. A ejaculação oral era o pior mal e requeria penitência para a vida toda.

Bizarro! [List Verse]

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