Contos Eróticos

Conto Erótico – Apartamento 703

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Frases Picantes
Escrito por Frases Picantes

Eu já estava mais que atrasada pra atender um cliente no 5° andar, o filho da puta inventou de fazer uma modificação no contrato com o seu sócio e eu, como advogada bem paga, fui lá verificar o que ele queria afinal!

Entrei às pressas no elevador, e acho que era meu dia de sorte. Recebi um bom dia de um cara com aspecto de, no máximo, 35 anos de idade, perfume importado, bem vestido, chave na mão. Morador do prédio com certeza. Cabelo preto, alto, sorriso largo. Cara de safado. Não sei de onde veio o pensamento, mas ele tinha ar de dominador, pegada forte e safada!

Fazia meses que eu não transava, acho que isso já tava começando a influenciar meus pensamentos. Ele perguntou:

– Você mora aqui?
– Ah não não, vim apenas atender um cliente.
– E o que faz?
– Sou advogada.
– Ah, é mesmo?! Estou precisando de um advogado, será que poderia me dar seu cartão? Estou com uns problemas em alguns dos meus imóveis, sou construtor. Prazer, meu nome é Eduardo!
– Prazer, sou Maya, aqui está meu cartão! Eu fico aqui, tchau!

Entrei no apartamento do meu cliente. Conversamos todas as questões a serem adicionadas no contrato, algumas particularidades e meu celular bipou com uma mensagem, não verifiquei. Dez minutos depois bipou novamente.

Verifiquei as mensagens, a primeira dizia: “Prazer imenso conhecer você, se possível, teria como passar no meu apartamento para conversamos as questões dos imóveis? Moro no 703.” A segunda dizia: “têm outras questões que também gostaria de discutir.” Respondi: “Passo aí daqui a 20 minutos.” Ele respondeu: “Vou preparar um café.”

Subi do 5° para o 7° andar. Apertei a campainha e ele abriu a porta somente com uma calça de moletom. Entrei, ele pediu para eu sentar, me deu uma xícara de café e perguntou se eu me sentia incomodada por ele estar sem camisa. Falei que não. Ele sentou no sofá à minha frente e começou dizendo:

– Você me parece ser bastante profissional.
– Tento ser.
– Se eu disser que não tenho nenhum problema com imóveis e que só quis te trazer pra cá pra te comer o que diria?
– Provavelmente iria embora.
– Será que iria mesmo?

Ele levantou, sentou do meu lado, me acariciou a perna de forma safada e falou no meu ouvido: eu vi como me olhou no elevador e como me olhou quando abri a porta agora.

Eu me arrepiei e de repente não era mais o meu eu ali. Fechei os olhos e senti sua boca quente no meu pescoço, sua mão abrindo meu blazer e nos beijamos. E que beijo. Ele me beijou como ninguém jamais havia me beijado, sugava a minha língua, transcorria sua língua em todo o meu lábio, tirou meu blazer e minha camiseta e, quando dei por mim, estava só de sutiã e de saia.

Eu toquei seu peito e percorri minha mão por todo o caminho do pecado até o seu pau, quando o toquei estava duro, duro que não consegui imaginar mais nada a não ser a minha boca o chupando por inteiro. E foi isso que fiz. Me ajoelhei ao pé do sofá, ele ficou sentado, puxei sua calça e não foi surpresa descobrir que ele estava sem cueca. Tirei meu sutiã e comecei a tocá-lo de maneira ritmada.

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Transcorri minha língua na ponta do seu pau, depois em todo o contorno da veias que saltavam dele, cuspi. Ia e voltava com a minha mão de forma firme e com ritmo, o chupei, lambi, o engoli inteiro, passei a língua nas suas bolas, as suguei e ele disse: “Eu sabia que essa boca sabia chupar um pau como ninguém.”

Ele me pegou pela mão me deixou em pé na sua frente, beijou meu umbigo, abriu o zíper da minha saia, fazendo-a descer, tirou meus sapatos e retirou a saia dos meus pés.

Começou a passar o dedo pelo elástico da minha calcinha e me chamou de gostosa. Beijou um lado do meu quadril e, em seguida, o outro. Beijou meu umbigo novamente e colocou minha calcinha pra o lado, sentindo o quanto eu estava encharcada.

Deslizou um dedo por toda a minha vagina e disse: “Que buceta gostosa, não vejo a hora de enfiar o meu pau todo em você e te fazer minha.”

Continuou deslizando o dedo e o enfiou em mim, eu gemia e suava, minhas pernas já estavam tremendo. Ele colocava e tirava o dedo, como se estive me martirizando, tirou o dedo e eu só disse: mais. Ele me virou de costas, viu minha bunda, mordeu uma nádega e depois a outra, tirou minha calcinha e me deixou nua. Nem eu acreditava que aquilo estava acontecendo, que eu estava nua na sala de um desconhecido, ele com o seu pau pronto pra me foder por inteira.

Eduardo me deu um tapa na bunda e depois outro e me chamou de safada, ficou em pé atrás de mim e roçou seu pau no meu cu. Mordeu minha orelha e meu pescoço, colocou um dedo dentro do meu ânus e disse: “Que cu guloso, ele quer pica não é?”

Eu só consegui responder: me fode, por favor, vai. Ele me colocou de quatro no tapete da sala, se ajoelhou, lambeu minha bunda várias vezes, enfiou a língua bem dentro da minha buceta, uma, duas, três vezes, então abriu um preservativo, que eu não tive ideia de onde surgiu, puxou meu cabelo e disse: “Maya você é mais safada do que pensei.”

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E me comeu ali no tapete da sala, enfiado o seu pau inteiro dentro de mim, puxando meu cabelo, batendo na minha bunda e dizendo: “Você é muito gostosa, que buceta molhada.” Eu comecei a rebolar e ele só dizia: “Isso, rebola pra mim, cachorra.” Eu já não estava aguentando mais de tanto tesão e gozei muito.

Em seguida ele gozou também e, quando eu pensava que tinha acabado, ele colocou um dedo na minha bunda e disse: “Espera que ainda não acabou, ainda vou comer esse cu.”

Ele jogou o preservativo usado no chão da sala, saiu em direção à entrada de uma porta e voltou com um frasco pequeno na mão. Enquanto eu estava sentada no tapete da sala pensando em tudo que tinha acontecido, ele tocou o meu queixo se ajoelhou na minha frente e me beijou. Enfiava sua língua inteira na minha boca e mordia os meus lábios e eu respondi com a mesma sede.

– Fica de quatro.
– De novo?
– Fica de quatro eu quero comer essa sua bunda gulosa.

Fiquei de quatro, ele deu um tapa forte na minha bunda e saiu beijando minhas nádegas, passou a língua pelo meu cuzinho, enfiou o dedo e, em seguida, senti algo frio percorrendo meu ânus. Escutei ele rasgando o preservativo e depois senti suas mãos no meu pescoço, ele não teve nenhuma dó e enfiou de uma única vez o seu pau grosso dentro de mim, eu sentia dor e prazer e ele começou a me estocar, uma, duas, três, quatro, cinco vezes. Parou e perguntou:

– Tá gostoso pra você?
– Sim, continua.

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E ele continuou me bombando, puxando meu cabelo e batendo na minha bunda. Eu estava alucinando e dominada pelo tesão, eu queria mais e mais dele.

– Isso, me fode, me fode.
– Calma, linda, não quero machucar você.

A fricção continuava e ele continuou metendo, dessa vez mais carinhoso, eu estava quase explodindo e um calor imenso tomou conta de mim. Gozei gritando fervorosamente e, logo em seguida, o senti pulsar dentro de mim e grunhir com um gemido de prazer.

Me virei pra ele, e ele abriu um enorme sorriso.

– Eu sabia que você era esse furacão, seu olhar não nega, quer ir pro banho?
– Quero. Acho que só vou atender o meu cliente que mora aqui à domicilio a partir de agora.

Sorrimos e ele me segurou pela mão e me arrastou para o banheiro.

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