Contos Eróticos

Conto Erótico – Como me tornei um casada liberada!

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Frases Picantes
Escrito por Frases Picantes

Olá, estou aqui para relatar como foi que nos tornarmos em um casal liberal. Aonde moramos fica a mais ou menos uns 30 minutos de uma praia muito frequentada da nossa região. Era feriado, meu cunhado havia levado nossa filha para visitar meus sogros e só a traria no final de semana. Meu marido havia saído para compra pão e quando voltou trouxe um visitante com ele. Era o Paulo, ele mesmo, o cara tinha sugado minhas forças na nossa sala.

-Querida, trouxe um amigo para tomar café.

Me fiz de santa, e não deixei transparecer minha alegria em ver aquele coroa delicioso que me fez enlouquecer na sala da minha casa.

-Oi senhor Paulo! Tudo bem com o senhor?

-Olá Sabrina. Tudo bem comigo. E você como tem passado?

-Bem, só um pouco abandonada pelo seu amigo. Meu marido se esquece que é casado com um jovem senhora.

-Se eu fosse você meu amigo, trataria sua esposa como uma verdadeira princesa.

-Ela reclama de barriga cheia meu amigo, hoje mesmo estamos sozinhos e vamos para praia e vou leva-la para pescar no mar.

O Paulo não perdeu tempo, e se ofereceu para ir conosco, alias, ele não queria perder a oportunidade de me comer com os olhos enquanto usava um minúsculo biquíni.

-Você vão voltar hoje mesmo? Posso ir também? Faz tempo que não pesco em alto mar.

-Claro meu amigo. O barco é grande e um braço forte como seu é sempre bem vindo. Eu lhe empresto um short,ou você quer uma sunga?

Só em pensar que teria o Paulo bem perto de mim, já tirava minha paz. Estar de biquíni e ele de sunga então? Já estava com a calcinha toda molhada.

-Então Sabrina, o Paulo pode ir com a gente?

-Poxa amor, pensei que hoje você seria só meu, más, sei como vocês são amigos. Por mim tudo bem.

Estava quase desmaiando de tanto tesão, o Paulo era a pura cafajestagem, olhava fundo em meus olhos e quando meu marido estava de costa para ele, movimentava os lábios e dizia;

-Vou lhe cume na frente dele hoje…

Foi quase impossível suportar, mais consegui, arrumei as coisas, enquanto eles arrumava o carro e o material de pescaria. Corri no meu quarto e escolhi o menor biquíni que tinha nas minhas coisas, coloquei um vestidinho de saída de praia tão indecente quem pedi ao meu marido para não tirar o carro do quintal e deixasse eu embarca primeiro, antes dele por o carro na rua.

Quando eles me viram, os dois pararam e meu marido não aguentou e perguntou pra que isso tudo. Bem que eu desejava do fundo do coração poder falar para ele naquele momento; “-Sossega ai que não é para você e sim para o nosso amigo Paulo.” Fiquei calada, mais meu sorriso me condenou. Daquele momento pra frente, acho que meu marido havia percebido os olhares que eu e o Paulo trocávamos.

-Paulo…Fecha o portão então, por favor!

Embarcamos e partimos para a praia. Sentei atrás e o meu marido,parecia mesmo ter ligado a luz amarela da atenção, pois mesmo dirigindo,não tirava mais os olhos de cima de mim e do teu amigo. Ao chegar na praia, fui a sensação do local. Tínhamos que parar o carro próximo do barco para desembarcar nossa coisa, e tinha muitos homens perto e aquilo estava tirando a paz do meu marido, foi então que Paulo o tranquilizou.

-Relaxa amigão, eles podem olhar, mais só você que come.

Depois daquelas palavras, meu marido começou a relaxa mesmo e também falou para nosso amigo.

-É verdade, mais confesso que as vezes nego fogo.

-Quando precisar de ajuda, conte comigo.

-Você??? Você não gosta disso.

-Mais para ajudar um amigão como você, faço qualquer esforço.

Eles começaram a gargalhar e como eu estava longe, não havia escutado a conversa. Fomos para o alto mar e meu marido não saía de perto de mim, foi então que ele me sugeriu que eu fizesse um topless, não me fiz de rogada e tirei a parte de cima do biquíni, deixando meus seios livres, sendo que até então, eu estava de costa para o Paulo. Foi ai que perguntei para meu marido se ele não se importava com o Paulo, balançou a cabeça de forma negativa. Ele também me perguntou o que eu achava do seu amigo. Disse que ele é muito atraente e se não fosse gay, bem que poderíamos fazer uma gostosa brincadeira dentro do barco.

-Ele não é gay, é bi. Exclamou meu marido, já me abraçando por trás e alisando meus seios.

Olhei para trás como se aquela revelação me causa-se um certo espanto e notei que Paulo já se masturbava. Comecei a ceder as caricias do meu marido, mais na verdade, não era ele que eu queria, demos um beijo longo e molhado, já colocando a mão dentro da sua sunga e retirando uma piroca de aproximadamente um 19 cm(queria ver a cara do meu marido,quando visse a piroca do seu amigo), colocando ela para fora, me ajeitei de uma maneira que as mãos de Paulo pudesse me alcançar e comecei a chupar a vara do meu marido que estava de um jeito que nunca havia estado daquele jeito na minha frente, pelo menos.

Paulo malandro como era, nem pediu licença, jogou a âncora, estabilizou o barco e se juntou a nós. Paulo nem pediu, meteu a mão na minha calcinha,não tirou, só colocou pro lado e começou a me chupar. Meu marido quando viu aquilo,ficou um pouco espantado, mais eu comecei a chupar sua piroca com mais intensidade e ele logo relaxou. Depois que havia dado um belo trato nele, coloquei ele sentado e de costa sentei no seu colo, cavalgando e mesmo assim, tendo o nosso amigo na minha frente, despi aquele lindo cacete. Meu marido deu um grito e falou.

-Caralho, que piroca é essa meu amigo? Vai estragar minha mulher.

-Estrago não amigão, vamos dar uma coça nessa safada que ela estar merecendo.

Demos um deliciosa gargalhada conjunta e partimos para o abraço. Peguei o caralho de Paulo e coloquei o máximo que deu na minha boca, seu cheiro, seu gosto me levava as alturas. Meu marido mordia minhas costa,puxava meus cabelos e sussurrava no meu ouvido.

-Que risco que você correu naquele dia lá em casa hein?

Não deixei ele desconfiar de nada, também, com aquela piroca enorme na minha boca, não conseguia pensar em mais nada, além de tentar aproveitar o máximo aquele passeio. Parei de chupar nosso amigo e me levantei do colo do meu marido. Fiquei de frente para ele e e subi novamente em sua vara, empinando a bunda na direção de Paulo, olhei para trás e pergunte;

– O que você estar esperando? Meu furinho de trás é todo seu.

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Meu marido sem para de meter na minha xota me perguntou se eu não estava doida em dar meu cuzinho para aquele cavalo.

Eu respondi bem claro pra ele, que de jeito nenhum daria minha xotinha para o Paulo, pois não queria que ele estragasse o brinquedinho que era só seu. E além do mais, ele não gostava de sexo anal. Paulo não se faz de rogado, se abaixa na minha bunda, eu pensei que ele iria lubrificar meu cuzinho com sua saliva mais me enganei.

Paulo, faz com que eu parasse de cavalgar, tira a piroca do meu marido da minha xota e dar uma chupada em sua piroca, coisa rápida ,mais suficiente para umedecer sua língua com meu caldo, colocando novamente a piroca do meu marido na minha xota, lambe meu cuzinho, aponta sua vara e mete gostoso. Ali eu estava realizando um grande sonho, fuder com meu marido e ter outra piroca para penetrar meu cuzinho bem gostoso. Trocamos de varias posição e sempre, meu marido comendo minha xota e Paulo meu cu.

Foi então que os dois, pararam, saíram de dentro de mim, quase ao mesmo me tempo me colocando de joelhos, parando na minha frente e gozaram, me lambuzaram de seus leites. Foi ai que Paulo novamente nos surpreendeu. Começo a me lamber todinha,chupam a sua porra e a do meu marido também.

Descansamos e decidimos ir embora e continuarmos nossa brincadeirinha na nossa casa. Só que essa ficará para próximo relato.

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